domingo, abril 17, 2005

embalos de sábado à noite

enquanto isso, eu com o silêncio de um livro sendo lido de madrugada, ouvindo apenas os ruídos das letras sendo mastigadas, me delicio com as palavras lançadas no ar meio frio dessa madrugada outonal de Porto Alegre num final de abril, quando se atiram os cobertores por cima dos corpos das pessoas que dormem longe, afastadas das estrelas que iluminam as estradas da história e do vento que levanta as leves folhas amarelas da memória.



.por rodrigo.